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Stricto sensu
29/03/2023 por Dianne Caamaño
Tempo de Leitura: 3 minutos
A região metropolitana do Rio de Janeiro é formada por 22 municípios e, atualmente, abriga uma população de 12.644.321 habitantes, dos quais 95,5% encontram-se em áreas urbanas. Em relação ao panorama de saneamento, 91,6% da população é atendida por redes de abastecimento de água, entretanto, apenas 64,1% possuem acesso aos sistemas de coleta de esgoto sanitário, sendo que menos da metade do esgoto coletado nessas áreas é tratado em estações de tratamento de esgoto.
Condições deficitárias de saneamento básico impactam diretamente à população, a partir do aumento da incidência de doenças e morbidades, contribuindo para a pobreza crônica, além da latente degradação ambiental. Tais condicionantes e efeitos podem ser estudados no âmbito da salubridade ambiental, entendida como a qualidade ambiental capaz de prevenir a ocorrência de doenças veiculadas pelo meio ambiente e de promover o aperfeiçoamento das relações homem – natureza – ambiente urbano favoráveis à saúde da população, ou seja, é a conciliação entre a qualidade de vida, a qualidade ambiental e as condições ideais para desenvolver um ambiente saudável e socialmente equânime.
Nessa perspectiva, a salubridade ambiental caracteriza-se como um fator decisivo para a promoção da saúde pública, sendo indispensável para o subsídio de políticas públicas que contribuam para a sua melhoria. Desse modo, a publicação objetiva avaliar os níveis de salubridade ambiental para os municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, aplicando-se o Indicador de Salubridade Ambiental (ISA) proposto pelo Conselho Estadual de Saneamento de São Paulo, visando um amplo diagnóstico das principais condicionantes, relacionando-as com as infraestruturas de saneamento básico disponíveis e sua performance, assim como aos aspectos ligados à saúde pública e condições socioeconômicas.
O referido diagnóstico mostra-se oportuno no contexto dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS 3 e ODS 6 da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) que visam a universalização do acesso à água potável e demais sistemas de saneamento para a redução da incidência de doenças virais e transmitidas pela água.
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É Engenheiro Ambiental e Mestre em Desenvolvimento Local da UNISUAM
Lúcio Fábio Cassiano
É Engenheiro Metalúrgico, Doutor em Ciência dos Materiais e Pesquisador do
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Apaixonada por livros, séries, cultura pop e tudo que envolva boas histórias, principalmente se vier com uma xícara de café do lado. Amo escrever sobre o que faz a gente pensar, sonhar e se conectar. Por aqui, trago conteúdo com curiosidade, carinho e uma pitada de criatividade.
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