Faltam
para o início das aulas da Graduação Digital!
Graduação
23/06/2026 por Bruna Mariano
Tempo de Leitura: 2 minutos
Vivemos na era da informação mas também da desinformação. Com o avanço acelerado da tecnologia, conteúdos manipulados se tornaram cada vez mais sofisticados, dando origem às chamadas deepfakes: vídeos, áudios e imagens criados com inteligência artificial que simula, com alto nível de realismo, falas e ações que nunca aconteceram.
Diante desse cenário, surge uma questão urgente: qual é o papel do comunicador em um mundo onde nem tudo o que vemos é verdade?
As deepfakes utilizam algoritmos de inteligência artificial para criar conteúdos falsos extremamente convincentes. O problema não está apenas na tecnologia em si, mas no uso indevido dessas ferramentas. Elas podem ser usadas para:
Em 2026, o desafio não é apenas identificar o que é falso, mas lidar com a velocidade com que esses conteúdos se espalham.
A credibilidade sempre foi um dos pilares da comunicação. No entanto, com a popularização das deepfakes, esse pilar está sendo constantemente testado. Os impactos são diretos:
O comunicador deixa de ser apenas um produtor de conteúdo e passa a ser também um guardião da informação.
Mais do que nunca, profissionais de comunicação precisam atuar com responsabilidade, senso crítico e ética. Entre as principais responsabilidades estão:
Antes de publicar qualquer conteúdo, é essencial checar fontes, validar dados e confirmar a veracidade das informações.
O comunicador também tem o papel de orientar o público, ajudando a desenvolver senso crítico sobre o consumo de informação.
Ferramentas de inteligência artificial podem ser aliadas desde que utilizadas com transparência e responsabilidade.
Identificar, denunciar e não amplificar conteúdos falsos é uma prática fundamental.
Embora estejam cada vez mais sofisticadas, algumas pistas ainda podem ajudar:
Além disso, novas ferramentas tecnológicas vêm sendo desenvolvidas para detectar conteúdos manipulados, o que reforça a importância de atualização constante na área.
Em meio a tantos desafios, um ponto se destaca: a comunicação precisa ser guiada por propósito. Isso significa:
Mais do que engajar, o objetivo deve ser informar com responsabilidade e contribuir para uma sociedade mais consciente.
O avanço das deepfakes mostra que a tecnologia continuará evoluindo e rápido. Por isso, o profissional de comunicação precisa acompanhar esse movimento. O futuro aponta para:
Nesse cenário, quem se destaca não é apenas quem comunica bem, mas quem comunica com responsabilidade. As deepfakes representam um dos maiores desafios da comunicação contemporânea. No entanto, também reforçam algo essencial: a importância do papel humano na construção da verdade.
O comunicador de 2026 não é apenas um criador de conteúdo é um agente de transformação, capaz de influenciar positivamente a sociedade por meio da informação.
Quer fazer a diferença em um mundo onde a verdade precisa ser constantemente defendida? Conheça a graduação em Jornalismo da UNISUAM e desenvolva as habilidades para informar com ética, senso crítico e responsabilidade na era digital.
Analista de Marketing no LinkedIn e Blog UNISUAM. Jornalista e Pós-Graduado em Comunicação Digital e Redes Sociais.
Deixe um comentário