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A 2a edição do podcast “Ouvindo o Ninho” traz reflexões sobre o Design Gráfico

A nova edição do podcast debateu o futuro da profissão, uso de IA, ética e criatividade no processo gráfico. Está imperdível!

  • Ouvindo o Ninho

14/07/2025 por João Mattos

Tempo de Leitura: 4 minutos

Inspirada no Dia Mundial do Design, celebrado no dia 27 de abril, a 2a edição do podcast Ouvindo o Ninho fez uma homenagem aos profissionais da área com um bate-papo entre o professor Rodrigo Piá e os alunos Gabriel Dantas e Diego Saito, alunos de Publicidade e designers formados pela Escola de Comunicação UNISUAM, sobre o presente e o futuro do Design Gráfico.

Inteligência artificial e design gráfico: ameaça ou aliada?

Um dos temas mais debatidos no podcast foi o uso da inteligência artificial (IA) no design gráfico. Muitos profissionais ainda enxergam a IA como uma ameaça. Outros, como o professor Piá, já perceberam o seu potencial como ferramenta.

“A IA é uma ferramenta. Se você deixar que ela tome conta do seu trabalho, você vai ser engolido. Mas se você souber usá-la a seu favor, vai evoluir junto com ela”, explica o professor.

A frase resume a postura propositiva defendida por Piá: a IA não vai acabar com o design gráfico, mas sim exigir dos profissionais novas habilidades e adaptação constante.

Ele lembra que o mesmo temor surgiu em outras épocas. Quando inventaram a televisão, disseram que o rádio acabaria. Quando a internet surgiu, muitos achavam que a TV se tornaria obsoleta. Nenhuma dessas previsões se concretizou, destaca Piá no podcast.

Direitos autorais e ética no design digital

Outro ponto importante abordado no episódio foi a questão dos direitos autorais no contexto da IA e das ferramentas digitais. Com a popularização de plataformas como o Canva, surgem dúvidas sobre o que pode ou não ser comercializado.

O professor Rodrigo Piá destaca que:

  • criar com IA exige responsabilidade;
  • a legislação brasileira ainda está atrasada;
  • muitas plataformas possuem diretrizes claras — mas pouco conhecidas.

Ele cita, por exemplo, que o Canva permite o uso pessoal das criações, mas não autoriza a revenda de materiais prontos. Ainda assim, essa prática é comum no mercado. O desafio, segundo Piá, é a falta de fiscalização e de conhecimento técnico.

Design gráfico é mais que ferramenta

Durante a conversa, o professor enfatiza que design gráfico não é sinônimo de ferramenta. Ele conta sua trajetória de ensino e explica que, na Escola de Comunicação UNISUAM, o foco é formar designers, e não apenas operadores de software.

“O design é a ideia. O Illustrator, o Photoshop e o InDesign são apenas os meios”, ressalta Piá.

Muitos alunos chegam à universidade acreditando que vão aprender apenas softwares gráficos. Mas a proposta do curso vai além: formar profissionais capazes de resolver problemas, criar identidade e gerar impacto com base em raciocínio visual e repertório.

Como lidar com bloqueios criativos no design gráfico?

Outro tema com destaque no podcast é a criatividade no design gráfico. Bloqueios criativos são comuns — e fazem parte do processo.

Para superar esses bloqueios, o professor Piá recomenda:

  • buscar referências fora do digital (exposições, ruas, museus);
  • rabiscar ideias no papel antes de abrir o;
  • compartilhar ideias com colegas e professores;
  • criar projetos autorais, sem compromisso comercial;
  • praticar todos os dias, mesmo sem uma demanda real.

O professor também destacou o poder de atividades paralelas criativas, como desenhar, pintar ou criar personagens com base em marcas famosas.

O processo criativo é mais importante que o resultado

Rodrigo Piá reforça que o maior erro dos iniciantes é querer pular etapas. Muitos querem começar um projeto já com a solução final em mente, sem passar pelas fases de pesquisa, brainstorming, definição de conceito e testes.

“Design não tem uma resposta certa. Tem várias respostas possíveis”, explica o professor.

Ele defende que o aluno precisa valorizar o processo, entender o problema, fazer perguntas inteligentes e não apenas copiar modelos prontos.

Inclusive, cita que mostrar o processo de criação valoriza ainda mais o projeto — tanto em apresentações acadêmicas quanto no mercado.

Projeto acadêmico pode virar carreira

Um dos momentos mais inspiradores do episódio é quando o professor conta a história de um aluno que trabalhava na Piraquê. Durante o curso, ele desenvolveu um projeto de redesign para as embalagens da marca e apresentou a proposta ao setor de marketing da empresa. Resultado: foi promovido e passou a integrar o time de criação da marca.

O caso mostra que projetos acadêmicos bem feitos podem se tornar portfólio e até oportunidades reais de trabalho. O segredo? Tratar cada trabalho da faculdade como se fosse uma entrega para um cliente de verdade.

O valor do design gráfico no mercado

Ao longo do podcast, o professor Piá reforça o papel estratégico do design gráfico que comunica, diferencia marcas e gera valor para produtos e serviços.

Mesmo com a IA e novas tecnologias, o mundo ainda precisa de designers que pensem criticamente, conectem ideias e criem soluções com propósito.

Para isso, o profissional precisa estudar, praticar e entender que o design gráfico está em constante transformação.

Conclusão

O episódio do podcast “Ouvindo o Ninho” que celebra o Dia Mundial do Design é mais do que uma comemoração – é um chamado à ação para todos que atuam ou desejam atuar no design gráfico.

A mensagem principal é clara: a profissão continua viva, mas exige que o designer se atualize, reflita e pratique com frequência.

Se você estuda design gráfico na Escola de Comunicação UNISUAM, aproveite cada projeto para testar suas ideias, entender o mercado e formar um portfólio relevante. E se ainda está considerando entrar nesse universo, saiba que há espaço para inovação, expressão criativa e impacto real no mundo.

Por Ana Clara Teixeira, aluna de Publicidade e Propaganda.

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