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Início de carreira: dicas para quem está começando no mercado no trabalho

Programas voltados para auxiliar novos profissionais estão cada vez mais em alta. Saiba como encontrar uma boa oportunidade.

  • Nota 10

25/07/2022 por Carolina Grimiao

Tempo de Leitura: 4 minutos

Início de carreira é sempre um desafio. Além das dúvidas comuns da profissão, a busca por uma oportunidade na área muitas vezes se torna uma maratona. É natural se sentir meio perdido e sem saber muito por onde começar. Por isso, veja abaixo os principais caminhos para dar o pontapé inicial no mercado de trabalho.


Programa de Jovem Aprendiz

Se você tem entre 14 e 24 anos, os programas de Jovem Aprendiz são perfeitos para unir teoria e prática. Com uma carga horária que não prejudica os estudos, as empresas que oferecem essa modalidade de contratação possuem parcerias com instituições formadoras. Ou seja, o aprendiz tem a prática quatro vezes na semana e recebe a formação teórica de assuntos relacionados ao mercado de trabalho uma vez por semana. 

Essa experiência é muito válida para o currículo, pois é registrada em carteira de trabalho com valor de salário em contrato. Além disso, faz o jovem ter contato com a prática corporativa e com a teoria mercadológica, desenvolvendo diversas habilidades, e ainda existe a possibilidade da contratação efetiva, caso o aprendiz tenha tido um bom desempenho e a empresa queira aproveitá-lo. Essa modalidade costuma empregar milhares de jovens por ano. 

👉 Saiba mais como funciona o Programa de Jovem Aprendiz da UNISUAM


Estágios

Para os universitários, os estágios costumam já estar inclusos na grade curricular. Mas esses são os obrigatórios, regulamentados pela Lei 11.788/08. A Lei do Estágio prevê que alunos de Ensino Superior realizem atividades profissionais vinculadas a alguma disciplina e com carga horária específica, para que possam concluir o seu processo de formação e, assim, obter o diploma.

Porém, para além da experiência prevista para os mais variados cursos, existe a possibilidade do estágio não obrigatório, onde o aluno busca por uma experiência profissional na sua área de conhecimento, independente da carga horária do curso ou da necessidade de comprovação em relatório. Essa modalidade é um complemento na formação e é opcional. 

A carga horária é a mesma para ambos os modelos: 6 horas por dia e 30 horas semanais. O tempo de contratação também permanece o mesmo, sendo dois anos o prazo máximo de permanência do estagiário em uma mesma empresa. Quanto à remuneração, no estágio obrigatório não existe a obrigação por parte da empresa em oferecer bolsa ou algum tipo de auxílio ao estagiário. Já o estágio não obrigatório deve oferecer, no mínimo, alguma ajuda de custo.


Trainee

Trainee é um cargo que muitas empresas adotam para jovens que queiram participar de programas de treinamento direcionados a recém-formados. Ou seja, são vagas com o objetivo de capacitar o jovem profissional para funções específicas que aquela instituição precisa suprir, que, normalmente, são papéis importantes em que o aprendizado precisa ser mais dinâmico.

Muitas empresas contratam ainda nos períodos finais da Graduação. Por isso, é comum aproveitar a experiência de estágio que o universitário traz. Por caracterizarem vagas com perfis muito direcionados aos que as organizações necessitam, é comum que elas avaliem no candidato algumas competências como liderança, autonomia, alguma experiência em currículo e, muitas vezes, um segundo idioma.


Freelancer

Freelancer é uma palavra em inglês que significa “trabalhador autônomo”. Esse é um caminho para quem consegue, por meio da sua profissão, oferecer serviços de maneira independente para outras pessoas ou empresas. Por exemplo, um designer pode vender as suas criações ou trabalhar sob encomenda. 

Através do MEI – Micro Empreendedor Individual, o profissional gera o seu CNPJ. Ao se tornar uma pessoa jurídica, ele possui facilidades na abertura de conta bancária, no pedido de empréstimos e na emissão de notas fiscais. Essa tem sido uma opção que muitas empresas encontram para contratação de serviços autônomos em diversas áreas. E também que muitos profissionais possuem para mostrar e vender seus produtos e serviços, criando um amplo portfólio.


Busque apoio!

De maneira geral, as universidades costumam oferecer algum serviço de apoio aos alunos que buscam por alguma oportunidade, principalmente em estágio. Na UNISUAM, por exemplo, existe um setor especialmente direcionado para esse suporte, é o Carreiras. Com ele é possível realizar testes vocacionais, ter orientações de como elaborar um currículo profissional ou melhorar o perfil do LinkedIn, e até mesmo treinar para situações de entrevista. 

Esse direcionamento e o acompanhamento dos alunos ajudam – e muito – a planejar e criar estratégias para uma trajetória profissional de sucesso, com total apoio de uma equipe especializada, que também realiza cursos e workshops para tirar todas as dúvidas do mercado. Além disso, o setor possui contato com empresas renomadas, onde diversas vagas são oferecidas em seu portal e no Ambiente do Aluno. Saiba mais aqui.


Uma boa conduta é indispensável

Independente da forma que o profissional escolhe ou consegue entrar no mercado de trabalho, alguns itens são fundamentais para se manter nele e também para crescer. Boa postura, educação, cordialidade, vontade de aprender e se integrar à equipe, são pontos que todos os gestores avaliam, não importa a área de atuação. Pontualidade e assiduidade também são outros quesitos importantes, afinal ninguém quer um funcionário descuidado consigo mesmo e com a empresa. 

E o que faz total diferença: continuar estudando. Seja um curso de especialização, um novo idioma, aprender uma nova ferramenta ou uma nova técnica. Estar atualizado é não se acomodar. Esse profissional que busca melhorar vai ter sempre espaço e vez, porque mostra que está pensando lá na frente e que, para a empresa, ele é um grande investimento.

Venha para a UNISUAM e esteja preparado para os desafios profissionais!

Por Carolina Grimiao

Analista de Comunicação do Blog UNISUAM. Jornalista, Historiadora e Psicopedagoga. Mestranda em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da UFF. Apaixonada por Educação e Cultura Popular.

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