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Como é o trabalho do assistente social?

Convidamos o Prof. João Batista, coordenador do curso de Serviço Social da UNISUAM, e a Isabel Loureiro, assistente social para um bate-papo incrível sobre o desenvolvimento na área.

  • Nota 10

30/08/2021 por Julia Abreu

Tempo de Leitura: 4 minutos

O assistente social é o profissional formado em Serviço Social e sua atuação está intimamente relacionada ao desenvolvimento e às transformações da sociedade. Esses profissionais podem atuar nas mais variadas situações em que seja necessária a garantia dos direitos humanos dos cidadãos e, por isso, o assistente social comumente enfrenta situações de problemas sociais.

Para entender melhor esse campo de atuação, convidamos o Prof. João Batista, coordenador do curso de Serviço Social da UNISUAM, e a Isabel Loureiro, assistente social, para um bate-papo na maratona de lives do Projeto Muito Mais Futuro, que ajuda você a escolher qual carreira seguir.

 

👇 Confira alguns dos principais temas discutidos na live! 👇

 

Entendendo o serviço social e o novo modelo de ensino da UNISUAM

Geralmente, as pessoas pensam que o assistente social nada mais é do que um “moço bonzinho” que ajuda pobres, como comentou o Prof. João, mas isso não passa de uma visão errônea da profissão. A formação do profissional de Serviço Social, o capacita para atuar em todas as esferas possíveis onde existam seres humanos, já que ele utiliza de seus conhecimentos para intervir na realidade social do outro, de forma a garantir seus direitos como cidadão.

Podemos dizer que é uma atuação essencial na sociedade democrática e, por atuar nas relações sociais, esse profissional encontra um amplo campo para atuação, podendo ser em empresas, no terceiro setor ou em ONGs. E é justamente olhando para esse amplo campo de atuação, e as demandas do mercado, que a UNISUAM criou o novo sistema de ensino, o MUDE, que consiste em um modelo focado no desenvolvimento de competências, já desde o início do curso.

De acordo com o Prof. João, esse modelo de ensino traz o que é chamado de tríade do aprender: aprender a aprender, que é onde o aluno aprende como desenvolver o próprio aprendizado; aprender a fazer, que está relacionado a como realizar as atividades que são necessárias para o desenvolvimento das suas habilidades e competências; e o aprender a ser, que para o professor é ainda mais forte.

“Então, essa tríade do MUDE consegue trazer todos os campos do ensino da pesquisa e da extensão, para oferecer experiências incríveis que o tornarão um profissional que o mercado precisa”, comenta ele.

 

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Mercado de trabalho

A convidada, Isabel Loureiro, é assistente social e conta com mais de 20 anos de experiência. Ela contou um pouco da sua jornada profissional, onde teve a oportunidade de atuar na iniciativa privada, pública e terceiro setor.

Ela começou sua carreira como assistente social na iniciativa privada, prestando atendimento aos colaboradores, porém essa função foi assumida pelo RH da empresa, e foi aí que Isabel percebeu a necessidade de se recolocar profissionalmente e viu na responsabilidade social corporativa essa oportunidade, já que a empresa estava interessada em manter um diálogo com a comunidade do seu entorno.

“O assistente social, diferente de outros profissionais, tem as ferramentas para ler o que está acontecendo na realidade social, fazer essa interpretação e transformar isso em ferramenta de trabalho. E quando você domina o contexto social e econômico que a empresa está inserida, quando identifica ali as oportunidades de trabalho social para uma empresa de qualquer segmento, de forma efetiva para transformar a sociedade, você se torna um profissional raro, diferenciado, porque você consegue mostrar que para aquele desafio, que a empresa está se propondo, existem métodos. E você pode ser um bom gestor desse processo”, afirma Isabel, falando sobre sua experiência na iniciativa privada.

Depois disso, com a criação dos institutos sociais por parte de várias empresas, ela viu uma oportunidade de trazer a sua visão de gestão para esse terceiro setor. “Então, não era ir pra uma organização da sociedade civil apenas por vocação ou por acreditar naquela causa, mas era também por acreditar que a gestão, que é uma ferramenta administrativa que permite ter um plano estratégico, orçamentário, com metas, poderia contribuir para o alcance efetivo dos resultados, um alcance social que pudesse ser traduzido para um universo empresarial”, continua Isabel, lembrando que os institutos de empresas, hoje, possuem um know-how muito grande de administração e gestão dos projetos sociais.

 

Como crescer na carreira

Com o avanço tecnológico e o aprimoramento da inteligência artificial, muitas profissões podem ser extintas ou substituídas por novas tecnologias, porém, o Prof. João afirma que isso não acontecerá com o serviço social, por ser uma profissão que atua com o ser humano e, como sociedade, sempre vamos precisar desse profissional.

Devido a esse caráter de trabalhar com as diferentes realidades sociais, o assistente social também precisa sempre se adaptar e evoluir com a sociedade e, por isso, uma formação continuada é essencial, ainda que seja em outras áreas.

A Isabel, por exemplo, foi buscar em uma Pós-Graduação em Gestão Financeira a complementação necessária para sua atuação como assistente social. “É uma área que achamos que o Serviço Social não vai estar atuando, mas a gente faz essa interface o tempo todo e precisamos ter a ideia de como aplicar os recursos, que são poucos, da forma mais eficiente possível”, afirma ela.

Além dessa especialização, ela também fez um MBA na área de Responsabilidade Social do terceiro setor e outro em Políticas Públicas, tudo para permitir uma ampliação da sua visão sobre temas que perpassam o Serviço Social, dando condições para que ela oferecesse um serviço diferenciado para o seu empregador, para além do que ele estava acostumado a entender como sendo Serviço Social.

“Porque, inicialmente, eles pensam que um assistente social não sabe fazer um planejamento estratégico, uma apresentação trazendo os pontos fortes e fracos, ou até, trazer uma solução”, diz Isabel, destacando que muitas vezes os empregadores pensam que o assistente social vai apenas conversar com seus colaboradores, com quem mora no entorno, mediar conflitos, mas que não é capaz de trazer soluções gerenciais, e isso não é verdade.

 

Eles, ainda, falaram sobre as soft skills e outras razões para escolher o curso de Serviço Social. Quer ficar por dentro de tudo? Então, assista ao vídeo completo abaixo:

 

Você pode conferir mais vídeos da Maratona Muito Mais Futuro na nossa playlist do Youtube clicando aqui. (link para playlist)

 

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Vem ser UNISUAM e esteja pronto para o mercado!

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Por Julia Abreu

Estudante de Publicidade e Propaganda, Estagiária em Marketing. Viciada em filmes, séries e conteúdos da área da comunicação social.

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