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Institucional
20/05/2026 por Bruna Mariano
Tempo de Leitura: 2 minutos
Celebrado em 20 de maio, o Dia Mundial das Abelhas chama atenção para a importância desses insetos na manutenção da vida, da biodiversidade e da produção de alimentos. Mais do que homenagear os polinizadores, a data também reforça a necessidade de discutir a preservação das espécies e seu impacto direto no equilíbrio ambiental.
ABELHAS E EQUILÍBRIO DOS ECOSSISTEMAS
As abelhas desempenham papel essencial na polinização de plantas e culturas agrícolas, contribuindo para a produção de alimentos e para a conservação de diferentes biomas. Na América Latina, além da conhecida Apis mellifera, as abelhas nativas sem ferrão também se destacam pela relevância ecológica e econômica.
Espécies como mandaçaia, jataí, iraí e uruçu-amarela são fundamentais para a regeneração de áreas em regeneração nos mais variados biomas brasileiros, como a Mata Atlântica, favorecendo a reprodução de plantas nativas e a manutenção da biodiversidade.
Segundo Damazio Campos, a preservação desses polinizadores vai muito além da proteção ambiental. “Quando falamos em abelhas, falamos também de segurança alimentar, sustentabilidade e saúde coletiva. A Medicina Veterinária tem papel importante nesse processo ao atuar no manejo, na conservação das espécies e no monitoramento sanitário desses animais”, destaca.

MELIPONICULTURA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
A criação racional de abelhas nativas sem ferrão, conhecida como meliponicultura, tem ganhado espaço como alternativa sustentável para geração de renda e preservação ambiental. Além da produção de mel e própolis, a atividade fortalece cadeias produtivas ligadas à agricultura e contribui para a conservação de ecossistemas.
No estado do Rio de Janeiro, iniciativas acadêmicas e comunitárias têm impulsionado estudos sobre o comportamento e a sanidade dessas espécies, aproximando ciência, educação e preservação.
O médico-veterinário atua no manejo zootécnico das colônias, orientando práticas seguras para translocação, multiplicação e controle sanitário. Esse acompanhamento é fundamental para evitar a disseminação de doenças e garantir a manutenção da diversidade genética das espécies.

FORMAÇÃO CONECTADA À SUSTENTABILIDADE
A atuação da Medicina Veterinária vai muito além do cuidado com animais domésticos. A profissão também está diretamente relacionada à saúde ambiental, à produção sustentável e à preservação da fauna.
Na UNISUAM, essa perspectiva faz parte da formação acadêmica, preparando profissionais para compreender a relação entre ciência, conservação e responsabilidade socioambiental.
Ao discutir o papel das abelhas e da meliponicultura, a universidade reforça a importância de práticas sustentáveis e da integração entre conhecimento científico e cuidado com o meio ambiente, contribuindo para um futuro mais equilibrado para todos.
“Este texto foi desenvolvido pelo Coordenador de Medicina Veterinária, Damazio Campos, com base nas informações fornecidas por ele. O conteúdo foi reescrito e adaptado para esta publicação, mantendo as ideias centrais, mas utilizando uma nova redação.”
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