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para o início das aulas da Graduação Digital!
Institucional
22/05/2026 por Bruna Mariano
Tempo de Leitura: 3 minutos
O marketing de eventos já não se limita mais à divulgação de uma data e à presença do público em um local específico. Nos últimos anos, essa lógica mudou completamente. Hoje, eventos são pensados como jornadas capazes de gerar conexão, conteúdo e relacionamento antes, durante e depois de acontecerem.
Iniciativas como o Aquecimento Rio2C mostram como é possível ir além do encontro pontual e criar uma experiência mais ampla e significativa. A proposta deixa de ser apenas atrair participantes e passa a envolver engajamento contínuo, construção de comunidade e geração de valor real para o público.
O professor Gercton Coitinho, coordenador dos cursos de Comunicação, destacou: “eventos não são mais sobre presença física, mas sobre construção de relacionamento. Quem entende isso consegue transformar audiência em comunidade”. Essa visão resume bem a mudança de chave que o marketing de eventos vive atualmente.
A construção de um evento de sucesso começa muito antes do dia marcado. O pré-evento é o momento de despertar interesse, gerar identificação e criar expectativa. Estratégias como conteúdos educativos, bastidores, teasers e interação nas redes sociais ajudam a aproximar o público e prepará-lo para a experiência.
No caso do aquecimento ligado ao universo do Rio2C, essa etapa foi essencial para inserir os participantes no clima do evento, trazendo discussões sobre criatividade, inteligência artificial e construção de significado. Mais do que informar, o objetivo foi envolver.
Além disso, o uso de criadores de conteúdo e influenciadores alinhados ao tema amplia o alcance e fortalece a credibilidade da comunicação. Pessoas se conectam com pessoas e isso faz toda a diferença no ambiente digital.
Se antes o público era espectador, hoje ele precisa ser protagonista. Durante o evento, o foco deve estar na experiência: dinâmicas interativas, atividades colaborativas e estímulos criativos são fundamentais para gerar engajamento.
Atividades como desafios em grupo, construção coletiva de ideias e experiências imersivas ajudam a transformar conteúdo em vivência. Quando o participante deixa de apenas consumir e passa a criar, o envolvimento se torna muito mais profundo.
Esse tipo de abordagem está diretamente ligado ao conceito de “Code of Meaning”, que propõe a criação de experiências com propósito. Não basta chamar atenção é preciso gerar sentido.
Um dos maiores erros no marketing de eventos é encerrar a comunicação junto com o evento. Na verdade, é no pós-evento que muitas oportunidades começam. Esse é o momento de manter o relacionamento ativo, compartilhar conteúdos, revisitar aprendizados e continuar a conversa com o público. Materiais complementares, cortes de palestras, conteúdos em redes sociais e até novos encontros ajudam a prolongar a experiência.
O objetivo aqui é construir comunidade. Quando as pessoas se sentem parte de algo maior, o vínculo se fortalece e a marca ganha relevância de forma orgânica e duradoura.
A tecnologia é uma grande aliada nesse processo. Ferramentas baseadas em inteligência artificial permitem personalizar a comunicação, analisar o comportamento do público e otimizar campanhas em tempo real.
Chatbots, automação de marketing e sistemas de recomendação tornam a experiência mais fluida e eficiente. No entanto, é importante lembrar que a tecnologia deve potencializar e não substituir a conexão humana.
Outro ponto fundamental é o uso estratégico dos canais digitais. Cada plataforma tem um papel específico dentro da jornada:
Quando bem integrados, esses canais ajudam a expandir o alcance do evento e manter o público engajado por mais tempo.
A grande lição é clara: eventos não devem ser pensados como ações isoladas, mas como experiências contínuas. Em um cenário onde a atenção é disputada a todo momento, só se destaca quem consegue criar conexões reais.
Como reforça o coordenador, Gercton: “não é sobre reunir pessoas por algumas horas, é sobre criar experiências que continuem fazendo sentido depois que o evento termina”.
No fim das contas, o sucesso de um evento está menos na quantidade de participantes e mais na qualidade das conexões que ele é capaz de gerar. E, na era digital, isso só acontece quando estratégia, tecnologia e propósito caminham juntos.
“Este texto foi desenvolvido pelo coordenador dos cursos de Comunicação, Gercton Coitinho, com base nas informações fornecidas. O conteúdo foi reescrito e adaptado para esta publicação, mantendo as ideias centrais, mas utilizando uma nova redação.”
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