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Modelo CPM-F de Gestão: um olhar atento à trilha para o sucesso organizacional

Mestre em administração, o Professor Carlos Alexandre Duarte Correa desenvolveu um modelo de gestão com abordagem inovadora

  • Espaço do Mestre

05/06/2024 por Fernando Moura

Tempo de Leitura: 9 minutos

Em um mundo empresarial cada vez mais dinâmico e desafiador, a gestão eficaz tornou-se fundamental para o sucesso de qualquer organização. O convívio maior a que fui exposto com empresários e executivos, além do mundo acadêmico que é uma das minhas origens, me trouxe e continua a cada dia me trazendo uma forma toda singular de ler e compreender o mundo empresarial e o mercado.

Por muitas vezes, se tem a ideia que as abordagens tradicionais negligenciam aspectos importantes do ambiente de trabalho, como as emoções dos colaboradores e a cultura organizacional. A questão é: as abordagens tradicionais são, realmente, ultrapassadas? As abordagens novas respondem às questões organizacionais? Será que todos dominamos as abordagens – da ciência organizacional em geral – suas ferramentas e aplicabilidade a ponto de afirmar isso? Será que não se trata de um esforço de compreensão e tradução para um contexto atual?

Pensando nisso, resolvi escrever um modelo que pudesse apontar para um enfoque, uma visão, uma lógica e que não fosse, de maneira nenhuma, algo absolutamente novo, a partir de uma “invenção surreal de conjunção de astros” e outras questões mirabolantes.

Neste contexto, surge o Modelo CPM-F de Gestão! Um olhar novo para algo tradicional e que poderia, facilmente, se passar por uma abordagem inovadora. Trata-se de buscar reconhecer a gestão sob 4 aspectos muito importantes: a) do Capricho; b) do Progresso; c) do Medo; d) da Felicidade, para promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

Apesar de não se estar, em hipótese nenhuma “inventando a roda”, porque ela já foi inventada, a proposta é se buscar um olhar a partir de um grifo específico e que, de forma simples e direta, pode contribuir, sobremaneira, para o desenvolvimento pessoal, organizacional, local e social.

Neste momento, a curiosidade já faz perguntar, mas o que é esta proposta? Ok, vamos esclarecer a partir de agora!

Gestão do Capricho: excelência focada no fortalecimento da marca e posicionamento organizacional

A Gestão do Capricho, como componente fundamental do Modelo CPM-F de Gestão, vai além da simples consideração das preferências individuais dos colaboradores. Ela se estende à atenção meticulosa aos detalhes e à busca contínua pela excelência em todas as áreas da organização. Nesse contexto, a Gestão do Capricho desempenha um papel crucial no fortalecimento da marca e no estabelecimento de um posicionamento competitivo sólido.

Atenção aos detalhes

Uma das características essenciais da Gestão do Capricho é a ênfase nos detalhes. Isso significa que cada aspecto do trabalho, desde a concepção de um produto até a prestação de um serviço, é tratado com cuidado e precisão. Os líderes e colaboradores são incentivados a buscar constantemente a perfeição, garantindo que cada tarefa seja executada com o mais alto padrão de qualidade.

Ao prestar atenção aos detalhes, as organizações podem diferenciar-se da concorrência, oferecendo produtos e serviços que se destacam pela sua excelência. Além disso, essa abordagem contribui para a construção de uma reputação de confiança e credibilidade no mercado, o que é essencial para o sucesso a longo prazo.

Excelência na busca

A Gestão do Capricho também está intrinsecamente ligada à busca incessante pela excelência. Isso envolve a promoção de uma cultura organizacional que valorize a inovação, a melhoria contínua e a superação de desafios. Os líderes incentivam os colaboradores a saírem da zona de conforto e a explorarem novas ideias e abordagens.

Ao cultivar um ambiente que fomente a excelência, as organizações podem impulsionar a criatividade e a inovação, desenvolvendo produtos e serviços que atendam e excedam as expectativas dos clientes. Além disso, a busca pela excelência permite que as empresas se adaptem rapidamente às mudanças do mercado e se mantenham competitivas em um ambiente empresarial em constante evolução.

Fortalecendo marca e posicionamento organizacional

Ao integrar a atenção aos detalhes e a busca pela excelência, a Gestão do Capricho desempenha um papel fundamental no fortalecimento da marca e no estabelecimento de um posicionamento competitivo sólido. Produtos e serviços de alta qualidade, associados a uma reputação de excelência, ajudam a diferenciar a marca no mercado e a criar uma vantagem competitiva sustentável.

Além disso, a Gestão do Capricho também contribui para a construção de uma imagem de marca positiva, baseada na confiança, na credibilidade e no compromisso com a satisfação do cliente. Isso não apenas atrai novos clientes, mas também ajuda a manter a fidelidade dos clientes existentes, criando uma base sólida para o crescimento e o sucesso organizacional a longo prazo.

Em resumo, a Gestão do Capricho desempenha um papel crucial na excelência operacional, no fortalecimento da marca e no estabelecimento de um posicionamento competitivo sólido. Ao adotar uma abordagem centrada na atenção aos detalhes e na busca pela excelência, as organizações podem se destacar no mercado e alcançar o sucesso sustentável.

Gestão do Progresso: rumo à excelência por meio do desenvolvimento contínuo

Na estrutura do Modelo CPM-F de Gestão, a Gestão do Progresso emerge como uma força motriz essencial para impulsionar o crescimento e o aprimoramento contínuo das organizações. Este componente está intrinsecamente ligado à ideia de buscar continuamente e progressivamente o melhor, através de uma trilha de desenvolvimento que permeia toda a cultura organizacional.

Busca pelo melhor constante

A Gestão do Progresso promove uma mentalidade de constante evolução e aprimoramento dentro da organização. Isso significa que tanto os líderes quanto os colaboradores são incentivados a buscar continuamente e ciclicamente, o melhor em tudo o que fazem. Essa busca contínua pela excelência não se limita apenas aos resultados finais, mas também se estende ao processo de trabalho e à maneira como as tarefas são realizadas, over and over again.

Ao adotar uma abordagem orientada para o progresso, as organizações podem identificar áreas de melhoria e implementar mudanças significativas que impulsionem o crescimento e a inovação. Além disso, essa mentalidade de busca pelo melhor constante ajuda a manter a organização ágil e adaptável às mudanças do ambiente de negócios.

Trilha de desenvolvimento

A Gestão do Progresso também está associada à criação de uma trilha de desenvolvimento clara e acessível para os colaboradores. Isso envolve o estabelecimento de poucas metas individuais e coletivas, factíveis, bem como a implementação de programas de treinamento e desenvolvimento que ajudem os colaboradores a adquirir novas habilidades e competências.

Ao oferecer oportunidades de crescimento e desenvolvimento, as organizações podem aumentar a motivação e o engajamento dos colaboradores, além de promover uma cultura de aprendizado contínuo. Isso não apenas melhora o desempenho individual e coletivo, mas também fortalece a resiliência organizacional diante dos desafios e oportunidades que surgem. 

Excelência como resultado

Ao seguir uma trilha de desenvolvimento contínuo e buscar sempre o melhor, as organizações podem alcançar a excelência em suas operações e resultados. Colaboradores altamente capacitados e motivados, aliados a processos eficientes e inovadores, são a chave para o sucesso organizacional a longo prazo.

Além disso, a Gestão do Progresso também contribui para o fortalecimento da cultura organizacional e a construção de uma reputação de excelência no mercado. Clientes e parceiros reconhecem e valorizam organizações que estão comprometidas com o crescimento e o aprimoramento contínuo, o que pode resultar em maior fidelidade e vantagem competitiva.

Em resumo, a Gestão do Progresso desempenha um papel fundamental na promoção do crescimento e da excelência organizacional, ao incentivar uma mentalidade de busca constante e cíclica pelo melhor e fornecer uma trilha clara de desenvolvimento para os colaboradores. Ao adotar uma abordagem orientada para o progresso, as organizações podem se posicionar para alcançar o sucesso sustentável em um ambiente de negócios em constante evolução.

Gestão do Medo: cultivando um ambiente de confiança e resiliência

Dentro do Modelo CPM-F de Gestão, a Gestão do Medo emerge como uma abordagem essencial para promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo. Este componente reconhece a importância de prestar atenção aos sentimentos e emoções dos colaboradores, gestores e proprietários, a fim de eliminar travas comportamentais que possam gerar estagnação e paralisia nas ações.

Atenção aos sentimentos e emoções

A Gestão do Medo começa com a conscientização e a compreensão dos sentimentos e emoções que permeiam o ambiente de trabalho. Isso envolve reconhecer que o medo pode surgir de várias fontes, incluindo pressão por resultados, incerteza sobre o futuro, as “lendas urbanas organizacionais” e preocupações com o desempenho.

Ao prestar atenção aos sentimentos e emoções dos colaboradores, gestores e proprietários, as organizações podem identificar padrões de comportamento que possam estar contribuindo para o medo e a ansiedade no local de trabalho. Isso permite que medidas adequadas sejam tomadas para abordar essas preocupações e criar um ambiente de trabalho mais seguro e acolhedor.

Eliminação de travas comportamentais

Um dos principais objetivos da Gestão do Medo é eliminar travas comportamentais que possam estar impedindo o progresso e a inovação dentro da organização. Isso inclui medos irracionais, como o medo do fracasso, o medo da crítica e o medo da mudança, que podem levar à estagnação e paralisia nas ações.

Para superar essas travas comportamentais, as organizações devem promover uma cultura de confiança, abertura “real” e resiliência. Isso envolve incentivar a comunicação franca e transparente, fornecer suporte e recursos adequados para lidar com desafios e falhas, e cultivar um ambiente onde o aprendizado e o crescimento sejam valorizados.

Criação de um ambiente de confiança e resiliência

Ao eliminar travas comportamentais e promover um ambiente de confiança e resiliência, as organizações podem criar as condições ideais para o sucesso. Colaboradores e gestores se sentem mais capacitados para assumir riscos calculados, buscar novas oportunidades e inovar em suas abordagens.

Além disso, um ambiente de trabalho baseado na confiança e na resiliência ajuda a fortalecer os laços entre os membros da equipe e a promover a colaboração e o trabalho em equipe. Isso não apenas melhora o clima organizacional, mas também aumenta a produtividade e a eficácia das operações.

Em resumo, a Gestão do Medo desempenha um papel crucial na criação de um ambiente de trabalho saudável e produtivo, ao prestar atenção aos sentimentos e emoções dos colaboradores, gestores e proprietários, e eliminar travas comportamentais que possam estar impedindo o progresso e a inovação. Ao promover um ambiente de confiança e resiliência, as organizações podem se posicionar para alcançar o sucesso sustentável em um ambiente de negócios cada vez mais desafiador.

Gestão da Felicidade: cultivando uma Cultura de Positividade e Reconhecimento

Dentro do Modelo CPM-F de Gestão, a Gestão da Felicidade destaca-se como uma abordagem essencial para criar e gerenciar um ambiente de trabalho positivo e produtivo. Este componente reconhece a importância de valorizar as conquistas e realizações de colaboradores, gestores e proprietários, transformando o sucesso de um ou de um grupo, em sucesso de todos, priorizando o reconhecimento do que é positivo antes de abordar oportunidades de melhoria.

Cultura de positividade

A Gestão da Felicidade começa com o cultivo de uma cultura organizacional onde a positividade é valorizada e incentivada. Isso implica em criar um ambiente onde os colaboradores se sintam motivados e inspirados, onde o reconhecimento e o apreço são partes integrantes da rotina diária.

Ao promover uma cultura de positividade, as organizações podem aumentar o engajamento dos colaboradores, melhorar a satisfação no trabalho e fortalecer os relacionamentos interpessoais. Isso cria um ciclo virtuoso onde o bem-estar dos colaboradores contribui para o sucesso e a prosperidade da organização como um todo.

Valorização das conquistas e realizações

Um dos aspectos fundamentais da Gestão da Felicidade é a valorização das conquistas e realizações dos colaboradores, gestores e proprietários. Isso significa reconhecer e celebrar os sucessos, grandes e pequenos, que contribuem para o progresso e o sucesso da organização.

Ao valorizar as conquistas e realizações, as organizações não apenas reforçam comportamentos positivos, mas também promovem um senso de realização e gratificação entre os membros da equipe. Isso aumenta a motivação e o comprometimento dos colaboradores, impulsionando ainda mais o desempenho e a produtividade.

Atenção às oportunidades de melhoria

Embora a Gestão da Felicidade priorize a valorização do que é positivo, isso não significa ignorar as oportunidades de melhoria. Pelo contrário, ao criar um ambiente de positividade e reconhecimento, as organizações estão melhor posicionadas para abordar desafios e áreas de desenvolvimento com uma mentalidade construtiva e proativa.

Ao abordar as oportunidades de melhoria com uma atitude positiva, as organizações podem promover um ambiente de aprendizado contínuo e crescimento pessoal e profissional. Isso cria uma cultura de inovação e resiliência, onde os colaboradores se sentem encorajados a experimentar, aprender com os erros e buscar constantemente a excelência.

Em resumo, a Gestão da Felicidade desempenha um papel fundamental na criação de um ambiente de trabalho positivo e produtivo, ao valorizar as conquistas e realizações dos colaboradores, gestores e proprietários, enquanto mantém uma atenção construtiva às oportunidades de melhoria. Ao promover uma cultura de positividade e reconhecimento, as organizações podem cultivar um ambiente onde os colaboradores se sintam felizes, engajados e motivados a alcançar o sucesso coletivo.

Modelo CPM-F de Gestão



Conclusão

O Modelo CPM-F de Gestão representa uma abordagem holística e integrada para a gestão organizacional, que reconhece a importância de aspectos como a diversidade, o desenvolvimento profissional, a segurança psicológica e o bem-estar dos colaboradores. Ao adotar essa abordagem, as organizações podem criar um ambiente de trabalho mais saudável, produtivo e sustentável, que promova o crescimento individual e coletivo, bem como o sucesso organizacional a longo prazo.

A Gestão do Capricho pode apoiar, e muito, capacidade de compreender e lidar com as diferentes personalidades e preferências dos colaboradores. Reconhecer que cada indivíduo é único e possui necessidades específicas é essencial para promover a diversidade e a inclusão no ambiente de trabalho. Além disso, a Gestão do Capricho envolve a criação de um ambiente que valorize a criatividade e a inovação, incentivando os colaboradores a expressarem suas ideias e opiniões livremente.

A Gestão do Progresso pode apoiar, e muito, o estabelecimento de metas claras e alcançáveis, bem como no acompanhamento do desempenho e do desenvolvimento dos colaboradores. É importante fornecer feedback regular e construtivo, reconhecendo e recompensando o progresso alcançado. Ao dar sentido a uma cultura de aprendizado contínuo e desenvolvimento profissional, a Gestão do Progresso ajuda a manter os colaboradores engajados e motivados.

A Gestão do Medo pode apoiar, e muito, criação de um ambiente de trabalho seguro e confiável, no qual os colaboradores se sintam confortáveis para assumir riscos e enfrentar desafios sem receio de retaliação ou punição.Isso requer uma liderança transparente e empática, que valorize a honestidade e a integridade. Ao reduzir o estresse e a ansiedade no local de trabalho, a Gestão do Medo promove a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores.

A Gestão da Felicidade pode apoiar, e muito, o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, bem como o cultivo de um clima organizacional positivo e motivador. Isso envolve o reconhecimento das conquistas dos colaboradores, a celebração dos sucessos e a promoção de um ambiente de trabalho amigável e acolhedor. Investir no bem-estar dos colaboradores não apenas aumenta a satisfação no trabalho, mas também melhora a produtividade e a retenção de talentos.

Por fim, no final das contas, conforme prometido no início, o modelo não cria nada de novo! A questão central é o enfoque, o olhar atento a algo que pode ampliar a competitividade organizacional, a partir de um ambiente saudável, no que tange às pessoas, sua interação, seus sonhos, aspirações, medos e sucessos e o alinhamento ao sucesso organizacional! Com relação ao engajamento das pessoas, neste mundo de hoje…. bem, esta é uma outra discussão para um próximo momento!!! Tomara que seja uma abordagem que gere movimento na sua vida e na sua organização!

Artigo produzido pelo Professor Carlos Alexandre Duarte Correa,

Mestre em Administração e líder do GPEAD ao CNPQ.



#BoraFazer UNISUAM!

Por Fernando Moura

Assistente de Comunicação das redes e Blog UNISUAM. Jornalista e Pós-Graduado em Comunicação e Marketing em Mídia Digitais.

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