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Sobre a vida em um novo ano

O que fazer com o tempo, talvez seja uma das principais escolhas que fazemos todos os dias.

  • Cantinho da Psicologia

19/01/2022 por Luis Felipe Fleury

Tempo de Leitura: 2 minutos

A vida parece mesmo ser feita de ciclos. Um eterno expandir e encolher. O ano de 2021 ficou para trás e 2022 chegou. Como sempre o novo ano nos enche de perspectivas, possibilidades, esperanças de que aquilo que ainda não se concretizou, vire realidade. É claro que, quase sempre, vamos com tudo em busca daquilo que desejamos.

 

Aliás, nos últimos tempos, parece que tudo precisa ser para ontem, rápido e veloz. Talvez sejamos a geração do ‘tempo real’, aquela que quer logo ver os dois tracinhos ficando azuis ou atualizando para ver se alguém compartilhou algo legal. Nessa sociedade e mais especificamente em nossa geração, a ansiedade parece encontrar as condições perfeitas.

 

A vida é desigual em quase todos os seus aspectos. Cada um de nós encontra circunstâncias e condições diferentes. Podemos vê-la como um jogo onde vamos fazendo nossas escolhas. Existe uma regra, entretanto, que nos une. Essa regra é igual para todos: trata-se do tempo. E ele parece estar passando cada vez mais depressa. O que fazer com o tempo, talvez seja uma das principais escolhas que fazemos todos os dias.

 

Pode parecer clichê, mas se a ansiedade estiver batendo na sua porta, é a hora de desacelerar, respirar fundo, recalcular a rota. Lembre-se que existem muitas coisas que fogem ao nosso controle. Que em 2022 você desista de tentar controlar essas coisas. O nosso maior compromisso deve ser em oferecer o nosso melhor neste jogo. Faça o seu melhor e exercite a entrega daquilo que não está sob seu controle.

 

Mas absolutamente não cometa o erro de ficar se julgando o tempo todo. Quando fazemos isso, quase sempre, usamos os outros para nos comparar. E eu sou capaz de apostar que você tende a se colocar para baixo nessa comparação. Lembre-se, cada um tem o seu percurso com virtudes e fraquezas. Ilumine as suas virtudes, compreenda suas fraquezas.

 

Vale a pena lembrar da recomendação de Chico Buarque na canção intitulada ‘Futuros Amantes’ em seu disco ‘Paratodos’ lançado em 1993 onde o compositor diz: “Não se afobe não, que nada é pra já”. Ou ainda lembrar de Lenine na composição intitulada ‘Paciência’ no álbum ‘Na pressão’ lançado em 1999. O artista diz: “enquanto o tempo acelera e pede pressa, eu me recuso, faço hora vou na valsa…a vida é tão rara”.

 

Por fim, não deixe de traçar seus objetivos (as famosas metas). Coloque-os no papel e pense quais são a curto, médio ou longo prazo. Veja o que já está fazendo para atingir esses objetivos, o que ainda precisa fazer. E dê o seu melhor. Não se esqueça, se precisar, pode pedir ajudar.

 

 

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Por Luis Felipe Fleury

Luis Felipe Fleury é psicólogo, mestre e doutor em Psicologia pela UFRJ. Professor do curso de Psicologia e da Pós-Graduação em Gestão Estratégica de Pessoas da UNISUAM. Membro titular do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP/CONEP/CNS).

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