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Carreiras
29/08/2025 por Dianne Caamaño
Tempo de Leitura: 4 minutos
A televisão brasileira está prestes a passar pela maior transformação desde a chegada do sinal digital. Na última quarta-feira, 27/08, foi assinado o Decreto nº 12.595/2025, que define o padrão tecnológico da segunda geração do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T), chamado TV 3.0, e regulamenta sua implantação no país.
Mas o que isso significa na prática? Como será a transição? E, principalmente: quais profissionais o mercado vai precisar para dar vida a essa novidade? Confira o que esta mudança na tv pode contribuir para sua carreira e como se preparar.
Vamos começar pelo princípio, e entender o que é a TV 3.0. Trata-se da nova geração da televisão digital no Brasil, que chega para transformar a forma como assistimos aos conteúdos da TV aberta. Diferente do modelo atual, ela oferece qualidade de imagem e som, permite assistir tanto na televisão quanto em celulares, tablets e até em veículos, e ainda integra os programas tradicionais com recursos da internet.
Isso significa que, além de acompanhar novelas, jogos ou telejornais, o telespectador poderá interagir em tempo real, acessar aplicativos de cada emissora em um catálogo intuitivo e até receber conteúdos personalizados de acordo com sua localização e interesses.
Na prática, a TV 3.0 aproxima a TV aberta da experiência dos serviços de streaming, mas mantendo aquilo que a torna única: o acesso gratuito, universal e democrático para toda a população. É a nova geração da televisão aberta brasileira, baseada no padrão internacional ATSC 3.0, que traz:
Segundo o decreto, a transição acontecerá de forma gradual. As primeiras transmissões estão previstas para 2026, começando pelas capitais brasileiras e coincidindo com grandes eventos, como a Copa do Mundo. A expansão deve ocorrer de forma escalonada, o modelo atual (ISDB-T) vai conviver com a TV 3.0 por cerca de 10 a 15 anos. Ou seja, quem tem televisores atuais poderá usar conversores para não perder o sinal.
Aí vem a parte boa: além de mais qualidade na tela, a experiência será muito mais parecida com plataformas de streaming, com um menu inicial baseado em aplicativos das emissoras, oferecendo um conteúdo mais imersivo, participativo e personalizado. Na prática, isso significa poder escolher programas sob demanda, interagir em tempo real durante transmissões ao vivo e até mesmo votar em enquetes ou participar de promoções sem precisar de um celular por perto.
Outra grande novidade é a integração com serviços digitais: será possível acessar informações do governo, como o Gov.br, marcar consultas médicas do SUS, acompanhar benefícios sociais ou até fazer operações bancárias básicas diretamente pela TV. Tudo isso sem custo extra de assinatura, mantendo a televisão aberta como um espaço democrático, gratuito e acessível a todos.
Essa é a parte boa! Com tantas mudanças, o mercado de trabalho também vai se transformar. A chegada da TV 3.0 precisará de mão de obra especializada em áreas que unem comunicação, tecnologia, engenharia e negócios.
Com a chegada da TV 3.0, não se trata apenas de mudar o sinal, mas de reinventar a forma como a televisão se conecta com a audiência. Isso exige profissionais preparados para lidar com interatividade, novas linguagens de produção, inteligência artificial, ciência de dados e transmissão de última geração.
Por isso, áreas como Comunicação Social (Jornalismo, Rádio e TV, Publicidade e Propaganda) e Cinema e Audiovisual ganham ainda mais importância na criação de conteúdos interativos e multiplataforma. Já cursos como Design Digital (previsto também em Design Gráfico) e Marketing serão estratégicos para desenhar experiências personalizadas e pensar a relação com o público.
Do lado da tecnologia, as formações em Engenharia de Telecomunicações, Engenharia da Computação e Ciência da Computação são fundamentais para desenvolver e manter toda a infraestrutura.
E, em um cenário cada vez mais guiado por dados, profissionais de Ciência de Dados e Administração terão papel crucial para analisar comportamentos, prever tendências e garantir que a TV 3.0 entregue não apenas entretenimento, mas também serviços públicos e soluções conectadas ao cotidiano das pessoas.
Além da formação superior, a previsão é de que algumas competências técnicas e comportamentais vão se destacar. Tais como:
Hard skills:
Soft skills:
A TV 3.0 é muito mais que uma evolução tecnológica, é uma revolução cultural, econômica e profissional. Quem se preparar agora terá a chance de ocupar posições estratégicas em um mercado que vai gerar novas oportunidades e profissões nos próximos anos. Por isso, a UNISUAM, atenta às transformações do mercado, está alinhada às demandas da nova economia digital e audiovisual.
Aqui, você encontra cursos de graduação e pós-graduação em Comunicação, Tecnologia, Engenharia, Dados e Marketing. Com formações presenciais e a distância, e o melhor COM PREÇO FIXO de verdade! Nossos alunos realizam projetos práticos que simulam desafios reais do mercado de mídia e tecnologia, com aulas baseadas em competências. O nosso corpo docente é atuante no mercado e conectado às tendências de inovação, ou seja, aqui é aprendizado e imersão no que você precisa ter para emplacar a sua carreira! Tudo isso, em uma estrutura que prepara você não só para assistir à revolução da TV 3.0, mas para ser protagonista dela.
E você? Vai apenas assistir a essa transformação ou quer fazer parte dela como profissional qualificado?
Apaixonada por livros, séries, cultura pop e tudo que envolva boas histórias — principalmente se vier com uma xícara de café do lado. Amo escrever sobre o que faz a gente pensar, sonhar e se conectar. Por aqui, trago conteúdo com curiosidade, carinho e uma pitada de criatividade.
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