DISCIPLINAS DO CURSO
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DISCIPLINA: ASPECTOS BROMATOLÓGICOS E SENSORIAS DOS ALIMENTOS
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Estudar as técnicas de amostragem;
Conhecer os métodos físico-químicos de análise
de alimentos;
Identificar os testes de análise sensorial.
EMENTA
Inspeção da amostra. Amostragem. Preparo da amostra para
análise.
Métodos físico-químicos empregados na análise
de alimentos.
Métodos oficiais e alternativos de análise. Importância
da análise sensorial na avaliação da qualidade de
alimentos.
Seleção e treinamento do painel sensorial.
Planejamento dos testes e preparo das amostras. Métodos de análise
sensorial.
BIBLIOGRAFIA
ANZALDÚA-MORALES, A. La evaluación sensorial de los alimentos en la teoría y la prática. Editorial Acribia, S. A., 1994. 198p
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Métodos físico-químicos para análise de alimentos. Brasília: Ministério da Saúde, 2005.
GUNTER VOLLMER et al. Elementos de Bromatologia Descriptiva. 2.ed. Zaragoza: Acribia, 1995.
MACEDO, J.A.B. Métodos laboratoriais de análises físico-químicas e microbiológicas. 2.ed. Juiz de Fora: CRQ, 2003.
ORDÓNEZ, J.A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Vol. I . Porto Alegre: Artmed, 2005.
ORDÓNEZ, J.A. Tecnologia de alimentos: alimentos de origem animal. Vol. II . Porto Alegre: Artmed, 2005.
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DISCIPLINA: ASSOCIATIVISMO,
COOPERATIVISMO E GERAÇÃO DE RENDA
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Apresentar os fundamentos da filosofia associativista/cooperativista e
como esta pode contribuir para a geração de emprego e renda
no Brasil.
Mostrar como se constrói um plano de negócio. Mostrar como
deve ser administrada uma cooperativa, dentro dos conceitos da moderna
Administração.
EMENTA
Objetivos principais: apresentar os fundamentos da filosofia associativista/cooperativista
e como esta pode contribuir para a geração de emprego e
renda no Brasil.
Mostrar como se planeja um plano de negócio, principalmente para
agro-negócio de pequeno porte.
Mostrar como deve ser administrada uma cooperativa, dentro dos conceitos
da moderna Administração.
BIBLIOGRAFIA
ABRANTES, José. Programa 8S. da alta administração à linha de produção: o que fazer para aumentar o lucro. Rio de Janeiro: Interciência,
2001. (2. ed. março de 2006).
______________. Associativismo e cooperativismo. Como a união de pequenos empreendedores pode gerar emprego e renda no Brasil. Rio de
Janeiro: Interciência, 2004.
______________. Brasil o país dos desperdícios. Rio de Janeiro: Auriverde. (no prelo, devendo ser publicado em agosto de 2005).
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
VEIGA, Sandra Mayrink; FONSECA, Isaque. Cooperativismo: uma revolução pacífica em ação. Rio de Janeiro: DPA ? FASE, 2001.
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DISCIPLINA: CONTEXTO
EMPRESARIAL BRASILEIRO
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Identificar, descrever e compreender a infra-estrutura empresarial brasileira.
Compreender o conjunto de leis que regem a atividade científica
e tecnológica no Brasil.
Conhecer as fontes de financiamento para a implantação ou
expansão de micro-empreendimentos ou de pequenos negócios.
EMENTA
Organização do Estado;
Noções do Processo Legislativo;
A Hierarquia das Leis;
Organização da C&T&I no Brasil: Programas Governamentais
em C&T&I e Orçamento Público.
Ementário de Leis e decretos em C&T&I.
Leis de Incentivos Fiscais (tecnológica, cultural, esportiva e
outras).
Leis de Regulamentação da C&T&I.
Leis de incentivo fiscal e sua utilização nos empreendimentos
de base tecnológica.
Simulação do cálculo de benefícios advindos
da utilização dessas leis de fomento.
Elaboração de Trabalho sobre o Assunto.
Experiência Internacional de Incentivo à Inovação
Tecnológica.
BIBLIOGRAFIA
AMARO, Luciano da S. Direito Tributário Brasileiro. São Paulo: saraiva. 2002.
FABRETTI, Láudio Camargo. Código Tributário Nacional comentado. São Paulo : Atlas, 2001.
DENARI, Zelmo ? Curso de Direito Tributário. Atlas 2002.
RUSSO, Francisco; Oliveira, Nelson de. Manual Prático de Constituição de Empresas. São Paulo: Atlas, 2004
SANTOS, Edno Oliveira. Administração Financeira de Pequena e Média Empresa. São Paulo, Atlas, 2001.
•
DISCIPLINA: CONTROLE
DE QUALIDADE DE PRODUTOS FITOTERÁPICOS
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Identificar e descrever as principais rotas biossintéticas de metabólicos
secundários de origem vegetal;
Analisar o treinamento em métodos fitoquímicos de extração;
Analisar fitoterápicos;
Compreender os processos de extração, identificação
e propriedades químicas dos principais grupos de substâncias
da via secundária;
Compreender os procedimentos fitoquímicos de análise de
controle de qualidade em fitoterápicos.
EMENTA
Estudo das principais rotas biossintéticas de metabólicos
secundários oriundos de produtos naturais assim como os processos
extrativos e métodos analíticos para identificação
e caracterização dessas substâncias.
Métodos fitoquímicos de extração: maceração,
lixiviação, percolação, decocção,
infusão e destilação de arraste a vapor.
Métodos fitoquímicos de análise: cromatografia camada
fina, em coluna, em fase gasosa e cromatografia líquida de alta
eficiência.
Metabolismo secundário.
Fotossíntese.
Biossíntese de fitofármacos via fosfogluconato.
Biossíntese de fitofármacos via chiquimato.
Biossíntese de fitofármacos via mevalonato.
Biossíntese de fitofármacos via malonato.
Classificação e caracterização de substâncias
oriundas de produtos naturais: Flavonóides, Quinonas, Terpenóides,
Alcalóides, Lignóides, Cumarinas, Antraquinonas, Xantonas
e Ácidos aminados.
BIBLIOGRAFIA
SIMÕES, C.M.O. et al. (coord). 1999. Farmacognosia: da planta ao medicamento. Florianópolis, Editora da UFSC.
ROBBERS, J.E. et al. 1997. Farmacognosia e farmacobiotecnologia. São Paulo, Premier.
Calixto, J.B & Yunes, R. A. 2001. Plantas medicinais sob a ótica da química medicinal moderna. Chapecó-SC, Editora Argos.
MAN, J. 1993. Secondary metabolism. Oxford, Clarendon Press.
Farmacopéia Brasileira. 1978. São Paulo: Andrei, 3.ed.
Farmacopéia Brasileira. 1988. São Paulo: Atheneu, 4.ed.
MATOS F.J.A. 1997. Introdução a fitoquímica experimental.Fortaleza. Editora Eufac.
COLLINS, C.H., BRAGA, G. & BONATO, P.S. 1991. Introdução a métodos cromatográficos. Campinas, Editora da Unicamp.
MANITTO, P. 1981. Biosynthesis of natural products. Chichester, Ellis Horwood.
LEHNINGER, A.L. 1979. Bioquímica. São Paulo, Edgard Blücher. 4 v.
COSTA, A.F. 1975. Farmacognosia. Lisboa, fundação Calouste Gulbenkian.
•
DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
Objetivo
Exercer a gestão de empreendimentos através do conhecimento
e aplicação de atitudes empreendedoras e de ferramentas
da administração de negócios.
EMENTA
Empreendedorismo e oportunidades.
Paradigma e Modelos Mentais.
Criatividade.
Comunicação.
Trabalho de Equipe.
Visão de Futuro. Metas.
Diferentes definições do conceito de Empreendedorismo.
A Importância do Empreendedor na Organização: Preocupação
das empresas com o meio externo, a necessidade de se manter atualizada;
Competência do Empreendedor;
Necessidade de Inovar.
Vantagens em empreender: Inovação; Pioneirismo; Liderança;
Assimilação Marca/Produto; Valorização da
Empresa.
Desvantagens em empreender: Má utilização da Informação;
Má utilização dos Recursos; Não aceitação
de idéias pelo mercado; Aumento de custos.
O mercado.
Planejamento financeiro.
Plano de negócios.
Financiamento e orientação para o crédito e micro-crédito.
BIBLIOGRAFIA
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Rio de Janeiro: Saraiva, 2004.
DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo - Transformando Idéias em Negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
DOLABELA, Fernando ? Oficina do Empreendedor. São Paulo: Cultura, 1999.
BERNARDI, Luiz A. Manual de Empreendedorismo e Gestão - Fundamentos, Estratégias e Dinâmicas. Rio de Janeiro: Atlas, 2003.
HISRICH, Robert D.; PETERS, Michael P. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2003.
DOLABELA, Fernando. Empreendedorismo - A Viagem do Sonho - Fazendo Acontecer. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
DOLABELA, Fernando. Empreendedorismo - Uma Forma de Ser - Prazer em Conhecer.
DORNELAS, Jose Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Campus.
FROES, César; MELO NETO, Francisco Paulo de. Empreendedorismo Social. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003.
Harvard Business Review Book. Empreendedorismo e Estratégia. São Pulo: Campus, 2004.
LODISH, Leonard. Empreendedorismo e Marketing. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
PELLMAN, Ron; PINCHOT, Gifford. Intra - Empreendedorismo na Prática - Um Guia de Inovação. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
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DISCIPLINA: GESTÃO
DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Discutir, com base na análise de estudos de caso, aspectos fundamentais
dos processos de inovação tecnológica.
Mostrar a função da universidade, destacando: a estruturação
do empreendedorismo, das empresas juniores, das incubadoras de empresas,
das associações de capital de risco e outras estruturas
organizacionais de desenvolvimento tecnológico.
Mostrar a função das empresas destacando a estrutura dos
parques, pólos tecnológicos e a sua importância para
o desenvolvimento de sistemas locais/regionais de inovação.
Mostrar a função dos governos.
Mostrar a inovação tecnológica no processo de globalização.
Definir conceitos básicos sobre inovação tecnológica;
mostrar o contexto no qual ocorre a inovação, a sua evolução
histórica e o seu papel na formulação de estratégias
de natureza econômica, social, militar, política ou comercial.
Mostrar a inovação tecnológica no processo de globalização.
Definir conceitos básicos histórica e o seu papel na formulação
de estratégias de natureza econômica, social, militar, política
ou comercial.
EMENTA
Conceituação de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento.
Evolução do conceito de C&T, P&D, P+D+I e das relações
entre eles.
Gestão de Ciência e Tecnologia.
C&T e as mudanças paradigmais: guerras, impactos tecnológicos,
econômicos, políticos, sociais e estratégicos.
A Transferência de Tecnologia.
A Relação Universidade-Empresa-Governo.
O Modelo da Hélice Tríplice.
A articulação entre a oferta, a demanda e o fomento.
O Governo Participativo.
O agente de interação empresarial.
A Universidade Empreendedora.
A Empresa de Base Tecnológica.
Os Escritórios de Transferência de Tecnologia.
As Áreas interdisciplinares de Inovação Tecnológica
nas Universidades.
As Empresas Juniores.
As Escolas de Empreendedores.
As Associações de Capital de Risco.
As Incubadoras de Empresas.
Avaliação da produção do conhecimento.
A comercialização dos resultados gerados pela transferência
de tecnologia.
A teorização derivada da contribuição de Schumpeter:
a evolução e a transição de paradigmas tecnológicos.
A ?Escola da Regulação?: breve caracterização.
Universidade, inovação tecnológica e rebatimentos
territoriais locais/regionais: os conceitos de parques, pólos,
tecnópolis e sistemas locais/regionais de inovação.
A temática das redes, da governança, do planejamento e do
desenvolvimento local/regional, na atualidade: a América Latina
e o Brasil.
Estudos de casos e experiências brasileiras.
BIBLIOGRAFIA
ALLEE, Verna (1997). The Knowledge Evolution: Expanding Organizational Intelligence. Press in USA by Library of Congress Cataloging in
ANSEL, Edward O. (1993). Technology Transfer Caltech-Style. Les Nouvelles, Março, pp 10 - 12.
AUTM (1997). Association of University Technology Managers. Documento Institucional.
BAETA, A. M. C. (1997). As Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica: Uma Nova Prática Organizacional para Inovação. Tese de
Doutorado. COPPE/UFRJ, Programa de Engenharia de Produção.
BEVILACQUA, Luiz (1990). O papel dos escritórios de interação universidade - empresa no contexto da realidade universitária. Seminário
Gestão de projetos entre Universidade e Empresa. COPPE/CAPES.
BLOEDON, R.V.; STOKES, D. R. (1994). Making University/Industry Collaborative Research Succeed. Research, Technology
Management,Março-Abril, pp 44-48.
DAVIS, William T. (1993). Academic Interface with Industry. Les Nouvelles. Março, pp 5 - 7.
ETZKOWITZ, H. (1990). The Second Academic Revolution: The role of the Research University in Economic development. In: The Research
System in Transition. S.E.Cozzens et al. (eds.). Kluwer Academic Publishers, Netherlands, pp 109 - 124.
ETZKOWITZ, H. (1994). Academic-Industry Relations: A Sociological Paradigm for Economic Development. In: Evolutionary Economics and
Chaos Theory. Pinter Publishers, London, pp 139 - 151.
ETZKOWITZ, H.; LEYDESDORFF, L. (1996). The Triple Helix-University, Industry, Government Relations: A Laboratory for Knowledge Based
Economic Development. In: The Triple Helix of University-Industry-Government Relations: The Future Location of Research Conference,
Amsterdam.
• DISCIPLINA: METODOLOGIA
DA PESQUISA QUANTITATIVA
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Elaborar um projeto próprio de pesquisa e familiarizar-se com a
lógica conceitual tanto da análise quantitativa, assim como
com os recursos metodológicos básicos.
EMENTA
As etapas de uma pesquisa.
O levantamento do estado da arte.
Os trabalhos de síntese.
Os fichamentos.
As referências bibliográficas.
As citações.
Os tópicos para a elaboração de trabalhos científicos.
Métodos Quantitativos: Inferência e predição.
Verificação experimental de hipóteses.
Métodos paramétricos.
Análise de variância.
Estatística não-paramétrica ? amostras relacionadas,
amostras independentes, medidas de correlação e provas de
significância.
Qui-quadrado e outros testes não-paramétricos.
Correlação.
Métodos de análise multivariada em ciências da atividade
física.
Diferentes técnicas de análise multivariada.
A utilização de softwares com métodos de análise
multivariada
BIBLIOGRAFIA
BARRAS, L. Da Rocha et al. Manual para elaboração de projetos de pesquisa. 5 ª ed. RJ: Editora UFRJ, 2000.
GIL, A Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ª ed. SP: Atlas, 2001.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: prática de fichamentos, resumos, Resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
GALLIANO. O método científico. Teoria e prática. SP: Harbra, 1986.
JAPIASSU, Hilton. O mito da neutralidade científica. RJ: Imago, 1975.
RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica.30 ª ed. Petrópolis: Vozes, 2002.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed.ver e ampl. De acordo com a ABNT- São Paulo; Cortez, 2002.
SLEIGHT, Steve. Como usar a tecnologia da informação. SP: Publifolha, 2000.
THUILLIER, P. De Arquimedes a Einstein. A face oculta da invenção científica. RJ: Zahar, 1994.
•
DISCIPLINA: PLANEJAMENTO
DE NEGÓCIOS
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Planejar a gestão de empreendimentos através do conhecimento
e aplicação de ferramentas da administração
de negócios.
EMENTA
Definição, características e aspectos de um Plano
de Negócios.
Técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades.
Desenvolvimento de novas idéias de negócios.
Aspectos para criação de uma empresa.
Principais características e perfil do empreendedor.
Aquisição e gerenciamento dos recursos necessários
ao negócio.
Análise de mercado, analisando a concorrência, ameaças
e oportunidades.
Princípios fundamentais de marketing para a empresa emergente.
Planejamento financeiro nas empresas emergentes.
Plano de negócios para empresas ponto.com: resumo executivo, posicionamento
da empresa, análise estratégica, plano de marketing, plano
financeiro.
BIBLIOGRAFIA
GITMAN, Lawrence J. Princípios da Administração Financeira. Editora Harbra: São Paulo, 2002.
DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa. Editora cultura. Editores Associados: São Paulo, 1999
Apostila do SEBRAE. Aprendendo a empreender. Sebrae, Fundação Roberto Marinho e Programa Brasil Empreendedor.
MORGAN, Gareth. Imagens da organização. São Paulo: Atlas, 2002.
MITZBERG, H.; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia. Porto Alegre: Bookman, 2000.
Mc DONALD, Malcolm. Plano de Marketing: como criar e implementar planos eficazes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
• DISCIPLINA: PLANTAS MEDICINAIS E AROMÁTICAS: ASPECTOS BOTÂNICOS E FARMACOLÓGICOS
NÍVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO: DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVO: Estudar a biodiversidade de plantas medicinais e sua aplicabilidade na área da saúde, com ênfase nas propriedades farmacológicas de plantas comumente utilizadas pela população.
EMENTA:
- Biodiversidade: aspectos biológicos, geográficos, legais e éticos
- Diversidade e domesticação de plantas medicinais
- Diversidade biológica e sistemas de classificação
- Etnofarmacologia como ferramenta na busca de substâncias ativas
- Nomenclatura botânica, classificação e identificação de plantas medicinais
- Avaliação da qualidade de matérias-primas vegetais
- Variações sazonais no cultivo de plantas medicinais
- Normatização da produção e comercialização de fitoterápicos no Brasil
- Bioprospecção de fitoterápicos e nutracêuticos
BIBLIOGRAFIA
SIMÕES, GUERRA et.al. Farmacognosia: da Planta ao Medicamento. 5.ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004.
GOODMAN &. GILMAN. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. Editora McGraw-Hill, 10 ed. 2001.
NEWALL, C.A., ANDERSON, L.A., PHILLIPSON, J.D. Fitoterapia – Guia para profissional de saúde. Editorial Premier, São Paulo-SP. 2002.
ROBBERS, J.E., SPEEDIE, M.K., TYLER, V.E. Farmacognosia e Farmacobiotecnologia, São Paulo: Editorial Premier, 1997.
•
DISCIPLINA: POLÍTICAS
PÚBLICAS DE DESENVOLVIMENTO
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Identificar, descrever e compreender o papel que os estados nacionais
devem desempenhar na promoção do desenvolvimento.
Aprofundar estudos e análises sobre as políticas públicas
de desenvolvimento postas em prática nas últimas décadas.
Aprofundar estudos sobre a relação público-privado
no contexto brasileiro.
Identificar os elementos constitutivos de uma política pública
de desenvolvimento.
EMENTA
Políticas Públicas de C&T.
Os Sistemas de Inovação.
O mapeamento dos Sistemas Locais de Inovação.
Os Planos de Desenvolvimento Científico.
Os Planos de Desenvolvimento Tecnológico.
Os Arranjos Institucionais em Projetos Cooperativos.
Os Indicadores de C&T.
Prospecção Tecnológica.
Diagnóstico da Inovação Tecnológica.
Infra-estrutura Tecnológica.
O Papel do governo na inovação tecnológica.
A cultura da inovação tecnológica.
Avaliação de ações governamentais recentes
em Inovação Tecnológica.
BIBLIOGRAFIA EDQUIST, C. (1997). Systems of Innovation?Technologies, Institutions and Organizations. A Cassel Imprint. London. England.
European Comission, (1998). Driving regional development ? EU Structural Funds programmes in the UK. European Union.
European Comission, (1999). Network of Innovating Regions in Europe ? Good Practices on Regional Innovation and Technology Transfer Strategies and Infrastructures (RITTS), Regional Innovation Startegy (RIS) and Regional Technology Plan (RTP), Pilot Projects across Europe.
European Comission, (1999). The Structural Funds and their coordination with the Cohesion Fund ? Guidelines for programmes in the period 2000-2006. European Union, Regional Policy.
European Comission, (2000). Regional Technology Plans.
European Comission, (2000). Innovating Regions in Europe - RITTS-RIS Network.
European Comission, (2000). A Guide to Regional Innovation Actions.
FAULKNER, W.; SENKER, J. (1995). Knowledge Frontiers. Oxford University Press. New York. USA.
LONGO, W. P. (1996). Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico: Evolução Após a Segunda Grande Guerra. Escola Superior de Guerra, Departamento de Estudos, Curso de Atualização, 30 de setembro, pp 1 ? 30.
LUNDVALL, B.A. (1992). National Systems of Innovation ? Toward a Theory of Innovation and Interactive Learning. A Cassel Imprint.
London.England.
MACULAN, A.M.D. (1995). A política brasileira de ciência e tecnologia de 1970 a1990. Novos Estudos. Publicação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, Novembro, n° 43, pp 175 - 194.
NELSON, R.R. (1993). National Innovation Systems ? A Comparative Analysis. Oxford University Press. New York. USA.
ZACHARY, G. P. (1997). The Endless Frontier ? Vannevar Bush, Engineer of the American Century. The Free Press. New York. USA.
•
DISCIPLINA: PRODUÇÃO
DE TEXTOS E DE PROJETOS TECNOLÓGICOS
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Elaborar textos acadêmicos, além de melhor instrumentá-lo
para a realização de pesquisas para fins de elaboração
de projetos tecnológicos.
Elaborar textos acadêmicos, além de melhor instrumentá-lo
para a realização de pesquisas;
Clarificar a relação existente entre o campo do conhecimento
e os métodos existentes, para auxiliar o aluno na justificativa
da escolha do seu objeto de pesquisa, a fim de demonstrar, claramente,
os motivos, as limitações e as vantagens do tipo de pesquisa
e objeto escolhidos para elaboração de sua monografia e/ou
dissertação.
Demonstrar, claramente, os motivos, as limitações e as vantagens
do tipo de pesquisa e objeto escolhidos para elaboração
de projeto e produção de textos.
EMENTA
A ciência e tecnologia na História e no progresso das nações.
As mudanças paradigmais na sociedade em função do
desenvolvimento da C&T&I.
A estrutura do conhecimento científico e a racionalidade científica.
Orientações quanto ao conteúdo de todos os tópicos
do projeto de pesquisa.
A importância da P&D para o desenvolvimento de regiões.
A contextualização da pesquisa e da tecnologia no Brasil.
A estrutura brasileira de ensino, pesquisa e extensão.
As agências de fomento.
Os fundos setoriais.
As bolsas de fomento.
As parcerias universidade empresa-governo.
A produção de um texto científico.
A produção de um projeto tecnológico.
BIBLIOGRAFIA
BASTOS, R. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientistas, engenheiros, estudantes. 2 ª ed. SP: T. A. Queiroz Editor, 1986.
BARRAS, L. Da Rocha et al. Manual para elaboração de projetos de pesquisa. 5 ª ed. RJ: Editora UFRJ, 2000.
GIL, A Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5 ª ed. SP: Atlas, 2001.
MOURA, Maria Lúcia Seidl, FERREIRA, Maria Cristina & PAINE, Patrícia Ann. Manual de Elaboração de Projetos de Pesquisa. RJ: Ed. Uerj,1998.
SALOMON, Délcio Vieira. Como fazer uma monografia. 6 ª ed. SP: Martins Fontes, 1999.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: prática de fichamentos, resumos,
Resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para a eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
SEVERINO, A. J . Metodologia do trabalho científico. 21. ed. São Paulo: Cortez, 2000.
CARNEIRO, Agostinho Dias. Redação em construção. 21. ed. São Paulo: Moderna, 2002.
•
DISCIPLINA: RANICULTURA
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Desenvolver raciocínio crítico sobre diversos temas da aqüicultura
e estimular o aluno à procura de informações sobre
temas recentes e de importância na área de patologia e sanidade
de anfíbios cultivados e silvestres.
Levar ao conhecimento dos alunos informações sobre temas
de importância na Aqüicultura aprofundando discussões
sobre vários assuntos dentro da grande área de conhecimento;
saber como foi a transição dos animais para o ambiente terrestre
e suas adaptações; saber diferenciar rãs de sapos
e de pererecas; conhecer aspectos da biologia e morfologia de anfíbios
silvestres e de cativeiro; conhecer os diferentes tipos de sistemas de
cultivo de anfíbios; saber como evitar o estresse na ranicultura;
diagnóstico de enfermidades em rãs; reconhecer macro e microscopicamente
a fauna parasitária de anfíbios silvestres e de cativeiro;
aprender técnicas para a avaliação da resposta inflamatória.
Peixe ou anfíbio como modelo experimental.
EMENTA
Evolução e biologia de anfíbios.
Diferenciação entre rãs, sapos e pererecas.
Histórico da ranicultura no Brasil.
Noções básicas de ranicultura.
O desenvolvimento das técnicas de criação.
Fatores que interferem no êxito da ranicultura.
Sistemas de criação.
Manejo dos animais e profilaxia.
Fatores responsáveis por estresse em anfíbios cultivados.
Enfermidades de rãs silvestres e de cativeiro.
Técnicas de diagnóstico e estudo de parasitos de anfíbios.
Zoonoses.
Técnicas para estudo da resposta inflamatória em organismos
aquáticos.
BIBLIOGRAFIA ANDERSON, D.P. Environmental factors in fish health: immunological aspects. In: IWAMA, G.; NAKANISHI, T. The fish immune system.
Organism, pathogen and environment. Academic Press, U.S.A., 1996, p. 289-310.
DASZAK, P., BERGER, L., CUNNINGHAN, A.A., HYATT, A.D., GREEN, D.E., SPEARE, R. Emerging infectious diseases and amphibian
population declines. Emerging Infectious Diseases, 5 (6), Nov.-Dec: 1-21, 2003.
EIRAS, J.C., TAKEMOTO, R.M., PAVANELLI, G.C. Métodos de estudo e técnicas laboratoriais em parasitologia de peixes. Ed. Universidade
Estadual de Maringá, Maringá. 2000, 171 p. ELKAN, E. Pathology in the Amphibia. Academic Press, London, 1976, p. 273-331.
HIPÓLITO, M., SOUZA Jr., F.L., MAIORINO, F.C., MARTINS, M.L., SILVA, N.R. Apostila do curso de manejo sanitário na criação de rãs. IX
Encontro Nacional de Ranicultura, II International Meeting on Frog Research and Technology. 19 a 23 de julho de 1997, Santos, SP.
•
DISCIPLINA: SEMINÁRIO
DE APROFUNDAMENTO TEMÁTICO
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Discutir o processo de elaboração do projeto de pesquisa
para o exame de qualificação;
Desenvolver a redação dos elementos constitutivos do projeto
de pesquisa, de modo a implementar o processo de coleta e análise
dos dados.
EMENTA
Abordagem geral e coletiva da produção da dissertação
através do debate dos projetos de pesquisa dos alunos.
Enfoque no desenvolvimento e estruturação da versão
final do projeto com leituras dirigidas nas áreas temáticas
das pesquisas.
Acompanhamento metodológico incluindo aulas complementares em métodos
e técnicas pelo conjunto dos professores.
BIBLIOGRAFIA
BOOTH, W.C ett al. 2005. A arte da Pesquisa. Martins Fontes: São Paulo. BASTOS, Lilia R. et al. 2000. Manual para Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses, Dissertações. Guanabara: Rio.
CHIZZOTTI, Antonio. 1991. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. Cortez: São Paulo.
RAYMOND, Q. & CAMPENHOUDT, L.V. 2003. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Gradiva: Lisboa.
MARCONI, Marina de Andrade & LAKATOS, Eva Maria. 1988. Técnicas de Pesquisa. Atlas: São Paulo
MENGA, L. & ANDRÉ, M.,1986. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. E.P.U: São Paulo.
MINAYO, M. C. N.S. 1998. O desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. São Paulo: Hucitec/Abrasco.
___________, M. C. N.S. (1994) Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes.
RUDIO, Franz Victor. 1998. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Vozes: Petrópolis.
SEVERINO, Antonio Joaquim. 1989. Metodologia do Trabalho Científico. Cortez: São Paulo.
THOMAS, R. J. & Nelson, J. K. (2002). Métodos de Pesquisa em Atividade Física. Artmed: Porto Alegre.
VOTRE, Sebastião, MOURÃO, Ludmila & NETO, F. Amarílio. 1993. Pesquisa em Educação Física. UFES: Espírito Santo.
PRAHALAD, C.K. 2006. A Riqueza na Base da Pirâmide. Editora Bookman.
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DISCIPLINA: SEMINÁRIO
DE PESQUISA
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Elaborar o texto final a ser apresentado na defesa pública da dissertação
de mestrado, apresentando todos os capítulos necessários,
de modo a efetuar uma análise dos dados coletados e a conclusão.
EMENTA
Abordagem individual da produção da dissertação
através de debates dos projetos de pesquisa dos alunos.
Enfoque no desenvolvimento e estruturação da versão
final da dissertação com leituras dirigidas nas áreas
temáticas das pesquisas.
Acompanhamento metodológico incluindo aulas complementares em métodos
e técnicas pelo conjunto dos professores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Booth, W.C. ett al. (2000). A arte da pesquisa. Martins Fontes: São Paulo.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOOTH, W.C ett al. 2005. A arte da Pesquisa. Martins Fontes: São Paulo. BASTOS, Lilia R. et al. 2000. Manual para Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses, Dissertações. Guanabara: Rio.
CHIZZOTTI, Antonio. 1991. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. Cortez: São Paulo.
RAYMOND, Q. & CAMPENHOUDT, L.V. 2003. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Gradiva: Lisboa.
MARCONI, Marina de Andrade & LAKATOS, Eva Maria. 1988. Técnicas de Pesquisa. Atlas: São Paulo
MENGA, L. & ANDRÉ, M.,1986. Pesquisa em Educação: Abordagens Qualitativas. E.P.U: São Paulo.
MINAYO, M. C. N.S. 1998. O desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. São Paulo: Hucitec/Abrasco.
___________, M. C. N.S. (1994) Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes.
RUDIO, Franz Victor. 1998. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Vozes: Petrópolis.
SEVERINO, Antonio Joaquim. 1989. Metodologia do Trabalho Científico. Cortez: São Paulo.
THOMAS, R. J. & Nelson, J. K. (2002). Métodos de Pesquisa em Atividade Física. Artmed: Porto Alegre.
VOTRE, Sebastião, MOURÃO, Ludmila & NETO, F. Amarílio. 1993. Pesquisa em Educação Física. UFES: Espírito Santo.
PRAHALAD, C.K. 2006. A Riqueza na Base da Pirâmide. Editora Bookman.
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DISCIPLINA: TÉCNICAS
DE MANEJO E DESENVOLVIMENTO DE ECO SISTEMAS AQUÁTICOS
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
A disciplina tem por objetivos principais apresentar os fundamentos da
ecologia das comunidades biológicas e descrever o ambiente das
águas continentais e do marinho, na forma de introduções
às características geológicas, físicas químicas
e biológicas. Após esta introdução, os ecossistemas
continentais e marinhos são abordados diretamente através
da caracterização geral, definições, indicação
de aspectos relevantes e apresentação de ilustrações
para complementar o aprendizado. As abordagens práticas de estudos
de gradientes ambientais em comunidades biológicas de costões
rochosos e de praias arenosas fornecem subsídios consistentes ao
entendimento das adaptações dos invertebrados às
condições estressantes dos habitats e nichos da região
entre-marés.
EMENTA
Estudo das inter-relações entre os parâmetros bióticos
e abióticos nos sistemas aquaculturais visando à manutenção
da boa qualidade da água, o ciclo do nitrogênio e do fósforo,
monitoramento e manejo da qualidade da água na aqüicultura,
conceitos sobre poluição aquática e a importância
da preservação dos recursos hídricos; assim como
o estudo da ecologia e do seu domínio, como os organismos, a ecofisiologia,
as populações: dinâmica e interações;
comunidades: organização espacial, temporal e funcional.
Ecossistemas: fluxos de energia e materiais.
BIBLIOGRAFIA
NYBAKKEN, J.W. 1997. Marine Biology. An ecological approach. Addison Wesley Longman Inc. USA. 481p.
LEVINTON, J.S. 1995. Marine Biology, Function, Diversity, Ecology. Oxford University press. Oxford. 420 p. (disponível na biblioteca do CCA)
DUXBURY AC & DUXBURY AB. 1997. An Introduction to the World's Oceans. 5th. Ed. McGraw-Hill 504 p.
RUPPERT & BARNES. 1994. Zoologia dos invertebrados. Ed. Rocca. 780p.
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DISCIPLINA: TÉCNICAS
DE CULTIVO DE VEGETAIS (NUTRACÊUTICOS) E PLANTAS MEDICINAIS
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Identificar e caracterizar drogas vegetais;
Relacionar o princípio ativo das plantas medicinais e a atividade
farmacológica;
Conhecer o emprego terapêutico das plantas medicinais;
Analisar estudos toxicológicos de vegetais;
Avaliar as técnicas empregadas na produção de drogas
de origem vegetal.
EMENTA
Estudo da matéria de origem vegetal, empregada no tratamento de
enfermidades, levando em consideração a indicação
terapêutica, a posologia e a origem biogenética dos constituintes
responsáveis pela ação farmacológica. Introdução
a Fitoterapia;
Identificação Macroscópica e Microscópica
de plantas medicinais;
Controle de qualidade de fitoterápicos;
Estudo de drogas cujo princípio ativo são: ácidos,
álcoois e ésteres orgânicos;
Carboidratos;
Substâncias fenólicas e seus glicosídeos Cumarinas;
Lignóides; Antraquinonas;
Óleos essenciais;
Terpenos; Alcalóides.
Plantas tóxicas.
Variações sazonais de plantas medicinais.
BIBLIOGRAFIA
CALIXTO, J.B; YUNES, R. A. Plantas medicinais sob a ótica da química medicinal moderna. Chapecó-SC, Editora Argos, 2001.
COLLINS, C.H., BRAGA, G. & BONATO, P.S. Introdução a métodos cromatográficos. Campinas: Unicamp, 1995.
ROBBERS, J.E. et all. Farmacognosia e farmacobiotecnologia. São Paulo: Editora Premier, 1997.
Farmacopéia Brasileira. São Paulo: Editora Andrei, 1978.
Farmacopéia Brasileira. São Paulo: Editora Atheneu, 1998.
MATOS F.J.A. Introdução a fitoquímica experimental. Fortaleza: Editora da Eufac, 1997.
WAGNE, H; BLADT, S. Plant Drug Analysis, A Thin Layer chromatography atlas.New York, Editora Springer, 1995.
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DISCIPLINA: TÉCNICAS
DE PREPARO DE ORGANISMOS AQUÁTICOS (CARNE DE RÃ)
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
OBJETIVOS
Conhecer as características químicas e tecnológicas
da carne de rã;
Verificar os métodos de conservação da carne de rã;
Identificar os processos de elaboração de derivados cárneos
da rã.
EMENTA
Composição Química da Carne de rã.
Propriedades da carne.
Abate.
Cortes cárneos. Legislação vigente.
Métodos de conservação da carne.
Elaboração de produtos derivados.
Bibliografia
BETCHEL P. Muscle as Food. England: Academic Press, 1986.
CENTRO DE TECNOLOGIA DE CARNES/ITAL. Ciência e Tecnologia da Carne Bovina. ISBN. 85-7029-0179. 1994.
ORDÓNEZ, J.A. Tecnologia de alimentos: componentes dos alimentos e processos. Vol. I . Porto Alegre: Artmed, 2005.
ORDÓNEZ, J.A. Tecnologia de alimentos: alimentos de origem animal. Vol. II . Porto Alegre: Artmed, 2005.
SUTHERLAND J.P. Carne y productos cárnicos. Tecnologia, química y microbiologia. Zaragoza: Acribia, 1998.
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DISCIPLINA: TEORIA
ECONÔMICA E DESENVOLVIMENTO
NíVEL: MESTRADO PROFISSIONAL
ÁREA(S) DE CONCENTRAÇÃO:
DESENVOLVIMENTO E TRABALHO
Objetivos:
Analisar e compreender o fenômeno do desenvolvimento de modo a construir
uma visão crítica do estágio de nossa sociedade e
contribuir para uma melhoria permanente da qualidade de vida dos cidadãos.
Entender o conceito de desenvolvimento econômico e seu enfoque atual.
Distinguir historicamente o processo nos países desenvolvidos e
em desenvolvimento.
Realizar análises comparativas de dados econômicos.
Comparar o processo atual de desenvolvimento entre distintos países.
Avaliar criticamente o desenvolvimento econômico de nosso país.
Avaliar os impactos ocasionados pelas mudanças de paradigma inerentes
às transformações das sociedades.
EMENTA
Conceito de desenvolvimento econômico e seu enfoque atual. O processo
histórico do desenvolvimeento econômico em países
desenvolvidos e em desenvolvimento. Análises comparativas de dados
econômicos. O processo atual de desenvolvimento entre distintos
países. O desenvolvimento econômico brasileiro. Impactos
ocasionados pelas mudanças de paradigma inerentes às transformações
das sociedades.
BIBLIOGRAFIA
FURTADO, C. O mito do desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
LEITE, Pedro Sisnando. Novo enfoque do desenvolvimento econômico e as teorias convencionais. Fortaleza: Universidade Federal do Ceara.
Fortaleza,1983.
SOUZA, Nali de Jesus de. Desenvolvimento econômico. São Paulo: Atlas. 2005. |